O teu chão
Subi ao eixo do meu chão e vi-te lá, de mãos inchadas, implorantes das minhas sem tacto, sem linhas nelas desenhadas alinhadas com as tuas. Não te quero nas linhas da minha mão, porque insistes que elas existam nas tuas? Apaga-as, vai ao curandeiro, ao corrector da vida, vai a Deus e queixa-te das linhas tortas que Ele quis escrever direito.
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