Despedida
A minha prima foi despedida. Ergueu-se do sono com uma perna adormecida. A perna ficou debaixo do monte de tecido, a tela de grandes e pequenas metragens amadoras. Deixou-a lá simplesmente. A água correu o corpo, o leite e cevada a laringe. A perna continuou lá, em silêncio, o silêncio da preguiça. Foi despedida a minha prima pela perna que caminhava mais rápido que a outra.
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Orgulha-me assim falarmos e escrevermos a mesma língua, esta linda língua portuguesa.
Saudações do Brasil.